Dia 11.
D i a 1 1.
A solitude é um convite silencioso, aquele que tantas vezes ignoramos, distraídos pelas vozes do mundo e pelas desculpas que criamos para fugir de nós mesmos. Mas percebi que fugir não apaga nada. Varremos os problemas para debaixo do tapete, apenas para mais tarde encontrá-los maiores, mais pesados, mais difíceis de carregar.
Foi no silêncio, naquele encontro íntimo comigo mesma, que compreendi que a solitude não é um vazio que precisa ser preenchido. É um espaço de conexão, um lugar sagrado onde o verdadeiro “eu” pode emergir.
E foi num desses momentos de estar comigo que percebi algo que mudou tudo: a felicidade que sempre procurei fora nunca esteve lá. Ela sempre esteve comigo, dentro de mim, esperando que eu tivesse coragem de parar, de ouvir, de sentir.
A solitude ensinou-me que não há nada a temer no silêncio. É ali que nos despimos das ilusões, nos reconectamos com o essencial e encontramos o que é real. Foi ali que percebi que tudo o que procurava já era meu. ✨

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