Dia 5.

 


D i a 5.
Criar com as mãos — uma expressão que me lembra o livro de Alberto Campo Baeza, “Pensar com as Mãos”.

Criar com as mãos trouxe-me de volta ao presente. Pintar, desenhar ou simplesmente sentir a textura de algo que eu podia moldar tornou-se uma espécie de âncora para acalmar o pensamento descontrolado.

Cada gesto, cada traço, era como um diálogo silencioso comigo mesma. Uma pausa no ruído interno. Criar ajudou-me a focar, a encontrar clareza e a perceber que, mesmo nos momentos mais difíceis, há beleza em recomeçar.

Criar foi a minha primeira meditação. Foi o meu primeiro recurso. Descobri que, ao transformar sentimentos em formas e cores, os pensamentos também encontravam o seu lugar.

Criar com as mãos é pensar, é sentir, é curar. É dar espaço para que algo novo surja, mesmo quando tudo parece difícil. 🎨

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