Dia 6.
D i a 6.
Foi uma sugestão simples, quase despretensiosa, mas veio de alguém que me conhecia o suficiente para ver o que eu não via. Conhecia o reiki de perto. Conhecia o que eu sentia naquele momento de fragilidade — aquele espaço vazio onde nem eu sabia como tinha entrado.
Aceitei. Não por convicção, mas talvez por não ter mais nada a perder. E foi isso. Um passo pequeno que, sem eu perceber, mudou o rumo das coisas. De repente, havia algo novo. Algo que não exigia explicação ou esforço, apenas presença.
Às vezes, penso como o Reiki não foi só uma prática, mas uma nova forma de respirar. Não foi uma solução mágica, mas foi um início. E às vezes, é só isso que precisamos — um início. 🫶
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